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4 de setembro de 2020

Programação do FICASC traz mais de 60 filmes, 10 lives e duas exposições fotográficas

O Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense (FICASC) exibe mais de 60 filmes na programação da edição de 2020. Entre os dias 14 e 20 de setembro, no site do festival, são exibidos gratuitamente curtas, médias e longas-metragens produzidos em 21 países. Além das exibições, divididas em sete mostras não-competitivas, o festival apresenta lives, exposições fotográficas e uma homenagem ao cineasta ambiental André D’Elia. Em parceria com a Rede Primeiro Plano, Cinema Sem Fronteiras e Casa do Povo de Vila Franco do Campo, nos dias 17 e 18 de setembro o FICASC também exibe sessões na Ilha dos Açores, em Portugal.

As inscrições para assistir aos filmes são gratuitas e todos os dias o festival tem uma programação diferente, ambos disponíveis no site do FICASC. O Orion Parque é apoiador e divulgador da iniciativa.

As exibições são organizadas dentro de sete mostras:

  • Mostra Contemporânea é o resultado da pesquisa em festivais do mundo todo, traçando um panorama do cinema socioambiental nos dias de hoje;
  • Mostra Amazônia, com um recorte de filmes de vários países amazônicos, tratando de seus problemas e buscando soluções;
  • Mostra Povos de Lutas, com filmes sobre questões urbanas, ativismo ambiental e trabalhadores sem terra;
  • Mostra Latina, com uma seleção de obras cinematográficas das Américas do Sul, Central e Caribenha dos últimos anos;
  • Mostra Espanha, com um recorte refinado da produção audiovisual espanhola no contexto socioambiental.
  • Mostra Homenagem, um reconhecimento ao trabalho de André D’elia, ambientalista, diretor e produtor brasileiro que dirigiu alguns dos mais importantes filmes ambientais brasileiros na última década, através do que ele chama de “cinema pedrada”;
  • Mostra Infância, filmes cuidadosamente selecionados para dialogar com os pequenos sobre a importância de se cuidar, desde a infância, do planeta.

O FICASC também transmite uma programação de lives através do Youtube, Instagram e Facebook.

Além das transmissões de Tela Preta, um debate sobre raça, classe e cultura e Conservação da biodiversidade brasileira em tempos de crise, já disponível nas redes do FICASC, estão programadas mais oito lives, com convidados como o cineasta Silvio Tendler, a atriz e diretora de Amazônia, o despertar da Florestania, Christiane Torloni e Ângela Mendes, filha do ambientalista e líder sindical Chico Mendes.

No sábado, dia 5 de setembro, é transmitida a live “Imagens Amazônicas”, com participação dos cineastas Estevão Ciavatta, diretor de Amazônia Sociedade Anônima, e Wolney Oliveira, diretor de Soldados da Borracha. Ambos os filmes estão na programação do FICASC. Esta live é mediada pelo jornalista Rodrigo Chagas, diretor do curta Castanhal, também na programação do festival. No domingo, 6 de setembro, é transmitida a live “Chico Mendes, um Legado de Luta”, com a participação de Rafa Calil, diretor do documentário Povo da Floresta que faz sua estreia mundial no FICASC. Além dele, durante a transmissão Ângela Mendes, filha do ambientalista e líder sindical Chico Mendes, faz uma leitura ao vivo da carta de seu pai, “Carta aos Jovens do Futuro”. A mediação desta live é feita pelo biólogo e diretor de curadoria do FICASC, Cristovam Muniz.

Além disso, duas exposições de fotografia já estão disponíveis no site. Komerobi, de Maria Cristina Viero de Oliveira, que usa o conceito japonês komorebi (木漏れ日), fenômeno que ocorre quando a luz do sol é filtrada pelas copas das árvores, para mostrar a relação da luz e a mata na região de Garopaba, Santa Catarina. E Tons da Serra, de Marcus Zilli, uma viagem fotográfica pelo relevo, clima e a cultura que se fundem criando cores e tons da Serra Catarinense.

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