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5 de fevereiro de 2013
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Palestra: Desenvolvimento de Cluster de Biotecnologia

A Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), por meio do Inova@SC, organizou a palestra “Desenvolvimento de Cluster de Biotecnologia”, proferida pelo professor doutor Fernando Albericio, de Barcelona. Destinado aos participantes da Rede Catarinense de Inovação, o encontro foi realizado no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), nesta terça-feira, 5.

“Temos que ter mais fé na inovação”, afirmou Albericio. Segundo ele, é papel da universidade fomentar as publicações e pesquisas, refletindo na qualidade de ensino. Foi apresentado o conceito de universidade empreendedora que, de acordo com o professor catalão, significa ligar as pesquisas à realidade do mercado.

Albericio, que foi um dos fundadores e hoje é diretor do Parque Científico de Barcelona, acredita que o modelo de tríplice hélice, definido por universidade, empresariado e Governo, é o que deve ser seguido na construção de parques tecnológicos. “A inovação é uma multi ferramenta para que cada setor consiga cumprir seus objetivos”, definiu.

Em Santa Catarina, desde que foi lançado o primeiro distrito de inovação, em maio de 2012, em Itajaí, o secretário da SDS, Paulo Bornhausen, tem trabalhado o conceito, aumentando de três para quatro hélices, ao incluir a sociedade como papel determinante na formação dos polos. No total, serão 12 distritos de inovação em todas as regiões do Estado, baseados na vocação econômica de cada uma.

Outro tema abordado na palestra foi o destaque para a biotecnologia como setor com mais pesquisas. “A biodiversidade do Brasil torna o país o maior laboratório do mundo”, disse Albericio. Ele falou ainda sobre um dos mercados que mais cresce, o de cosméticos. O setor é um dos que mais se desenvolve no país, apresentando um  by Browse to Save\” href=\”http://www.inovasc.org.br/inovasc/inovasc-promove-palestra-sobre-desenvolvimento-de-clusters/\”>faturamento anual na casa dos US$ 43 bilhões. Hoje o Brasil aparece em segundo no ranking de consumidores, perdendo apenas para os Estados Unidos. “É um nicho que pode ser bem trabalhado e explorado, pois a marca Brasil é muito forte”, salientou.

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